A visão dos cães.

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Quando se pensa em visão canina, logo vem a dúvida se eles enxergam em cores ou em preto e branco, mas a maneira como o cão enxerga não se reduz somente a conhecer essa resposta.

Nós humanos, sempre temos curiosidade em conhecer a forma como os demais animais enxergam por causa da importância que esse sentido tem em nossa forma de perceber o mundo e a nós mesmos.

A consciência que um cão tem dele mesmo não se baseia em sua imagem, mas principalmente em seu cheiro (olfato). Os cães percebem o mundo com uma hierarquia de importância dos sentidos diferente da nossa. Baseiam-se principalmente nos sentidos do olfato (1), posteriormente pela audição (2) e em menor grau pela visão (3). Dessa forma ao olhar-se num espelho e ver a imagem refletida, são incapazes de se reconhecer, pois nela não há seu cheiro.

A retina cobre o fundo da parte interior do globo ocular, ela contém cones e bastonetes, que são dois tipos de células sensíveis à luz. Os cones proporcionam a percepção da luz e visão detalhada, enquanto os bastonetes detectam os movimentos e a visão na penumbra.

Os cães têm retinas com predominância de bastonetes, que permitem terem melhor visão noturna que os humanos e têm uma visão orientada para o movimento. Eles não enxergam na escuridão total, mas precisam de cerca de 1/4 da luz que os humanos precisam para enxergarem a noite. Apesar de não distinguirem bem as cores com sua visão noturna, enxergam em preto e branco. Herança dos ancestrais que caçavam dependendo da luz da lua e das estrelas e que usavam os uivos, que ainda podem ser ouvidos principalmente nas noites claras.

Eles têm somente um décimo da concentração de cones dos humanos e apesar de verem cores, os cães não às enxergam como nós. Eles apresentam apenas dois tipos funcionais de cones ou células da retina responsáveis pela visão em cores. Portanto sua visão é tricromática (três variações de cores). Enquanto os humanos possuem três tipos de cones, o verde, o vermelho e o azul. Um dos cones do cão é responsável pela cor violeta e corresponde ao cone azul nos humanos. O outro é semelhante ao cone vermelho para humanos e percebe o tom amarelo-esverdeado.

Os cones verdes não estão presentes, o que os faz confundir as cores vermelhas e verdes como no tipo de daltonismo chamado de deuteranopia. Portanto os cães percebem os tons de azul como violeta e apresentam dificuldade em distinguir o verde, o amarelo-esverdeado, o amarelo, laranja e o vermelho. Visualizam a cor branca e podem diferenciar diversos tons de cinza, mas têm dificuldade em diferenciar os verdes do cinza.

Os cães usam informações como o cheiro, a textura, o brilho e a posição em substituição as cores. Os objetos de cores quentes como laranja, o vermelho ou até mesmo a cor rosa, não se destacam para um cachorro. Ele visualiza melhor brinquedos azuis, mas se quiser treinar o faro de um cão, use uma bolinha vermelha quando em gramado verde.

São capazes de enxergar em ambientes com pouca luminosidade, pois possuem pigmentos no fundo dos olhos que refletem e amplificam a luz em até 130 vezes mais que os humanos. Apresentam pupilas maiores para maior entrada de luz e retina rica em células para a captação de luminosidade.

Sua capacidade de acomodação visual, ou seja, a adaptação na formação das imagens é inferior à dos humanos. A maioria dos cães é considerada emétropes, ou seja, possuem olhos em que imagens visuais estão em foco claro na retina. Nos indivíduos amétropes, considerados portadores de olhos com visão anormal, há maior predisposição à miopia, que lhes incapacita de enxergar objetos distantes.

No geral, 24% dos cães apresentam miopia, mas ela acomete principalmente algumas raças como Pastores Alemães (53% dos indivíduos), Rottweiler (64% dos indivíduos), Labrador, Schnauzer miniatura e Poodle miniatura. Alguns desses indivíduos apresentam acentuada miopia. Essas alterações ocorrem por haver um comprometimento na habilidade do olho em gerar uma imagem focalizada com precisão, causando defeitos na refração da imagem.

Os cães também podem apresentar astigmatismo e hipermetropia (comum nas raças Retriever do Labrador, Retriever dourado e Cocker Spaniel) e de grau leve no Fila brasileiro. Além do uso de óculos, também podem ser utilizadas lentes intraoculares (LIOs), projetadas especificamente para cães.

Alterações do tamanho e cor dos olhos, sinais de dor ocular (olhos mais fechados ou piscando muito), presença de secreção ocular, lacrimejamento e até mesmo alterações no comportamento como diminuição da locomoção, irritabilidade, colidir com objetos, dificuldades em movimentar-se em ambientes escuros ou sensibilidade excessiva à claridade (fotofobia) podem indicar problemas oculares.

Para diagnosticar problemas oculares em cães, recomenda-se a realização de retinoscopia com luz em faixa. Nesse exame são observados os movimentos do reflexo do fundo do olho e a direção do movimento, que define o estado refrativo normal, patológico ou induzido cirurgicamente nos olhos. Também é recomendável a realização da avaliação da refração ocular nos exames de triagem para seleção de animais em funções específicas, como o na seleção de animais a serem empregados para uso militar, ou cão-guia.

Quando os cães ficam cegos, eles podem ter uma vida feliz se eles estiverem confortáveis em seu ambiente. Para isso o ambiente do animal precisa sofrer ajustes para que ele se sinta seguro. Não deixar objetos não usuais em suas passagens normais e precisam estar amparados por um local que não lhe ofereça riscos, como um quintal cercado. Em alguns casos é até difícil perceber que eles estão cegos.

Cães conseguem perceber um objeto em movimento com até 600 metros de distância e perceber detalhes com até 6 metros de distância, enquanto uma pessoa com visão saudável consegue ver a 22 metros de distância. Sua visão para detalhes pode ser estimada como seis vezes menor que a média dos humanos. Como possuem as pupilas muito grandes, dependendo da distância, eles só enxergam com foco o que está no centro da imagem. Todo o resto é visto borrado, ou seja, desfocado.

Além de enxergarem muito bem um objeto à frente de sua cabeça, possuem visão periférica binocular e superior à dos humanos. A visão binocular auxilia a saltar cobrir, capturar, e muitas outras atividades fundamentais aos predadores. Raças de cães desenvolvidas para caça tiveram sua visão periférica ampliada geneticamente.

Porém, onde a visão de cada olho se sobrepõe, aumenta a percepção de profundidade. A distância entre os olhos dos cães diminui a sobreposição e reduz a visão binocular. Além de ter menor visão binocular que os humanos, os cães também têm menor acuidade visual. Os cães precisam estar a uma distância de pouco mais de 6 metros para vê-lo da mesma forma que um humano veria se estivesse a quase 23 metros.

Espécies que costumam ser presas tendem a ter os olhos posicionados nos lados de sua cabeça, para aumentar o campo de visão e permitir que enxerguem a aproximação de predadores. Espécies predadoras, como humanos e cães, têm os olhos posicionados perto um do outro. Enquanto os olhos humanos são posicionados em linha reta, os olhos dos cães, dependendo da raça, posicionam-se em ângulo de 20 graus. Este ângulo aumenta o campo de visão e a visão periférica do cão.

Por terem olhos com uma sobreposição em torno de 100 graus apresentam uma amplitude de visão superior (em algumas raças pode chegar a 270 graus). A nossa é de aproximadamente 180 graus e possui sobreposição do campo de visão de cada olho num ângulo de 140 graus. A maior amplitude visual varia conforme a posição dos olhos, que muda conforme a raça.

A percepção de profundidade dos cães é sempre melhor quando eles olham à frente, mas é bloqueada pelo focinho em certos ângulos. Portanto, percebem objetos fora do foco principal com maior facilidade, principalmente se estiverem em movimento. É como se o objeto em deslocamento saltasse de um fundo parado.

Distorções também ocorrem na visualização de objetos a menos de 33 centímetros dos olhos, tornando a imagem embaçada. Para essas distâncias os cães utilizam seus outros sentidos, para auxiliar na “investigação”.

Programas de TV estão adaptados à percepção humana de 60 quadros por segundo, formando uma imagem linear. Os cães possuem a capacidade de enxergar de 70 a 80 quadros por segundo, portanto é como se a TV mostrasse imagens de slides trocados muito rapidamente. Como os cães não possuem uma boa acomodação visual, eles ficam somente interessados no movimento gerado pela troca das imagens.

 

Saiba mais:

Retinoscopia em cães de trabalho militar: Correlação entre ametropias e alterações comportamentais – Gustavo Helms
Vetweb Oftalmologia Veterinária
Retinoscopia com luz em faixa em cães fácicos, afácicos e pseudofácicos
L.A.L. Mobricci; J.J.T. Ranzani; P.V.M. Steagall; A.C.L. Rodrigues; L.R. Carvalho; C.V.S. Brandão
Canine Vision
New Study Shows That Dogs Use Color Vision After All
How Dogs See the World
Vision in dogsPaul E. Miller, DVM, and Christopher J. Murphy DVM, PhD
The World Through The Dogs Eyes
SLATTER, D. H. Fundamento de Oftalmologia Veterinária. 3 ed. São Paulo: Roca, 2005. 686p.
GELLAT, K. N. Manual de Oftalmologia Veterinária. São Paulo: Manole, 2003. 594p.

Artigo retirado em sua íntegra do site: http://netvet.com.br/post/A-visao-dos-caes,263

Regina Ripamonti (Autor).
Formada em Biologia e Pedagogia e com mais de 25 anos de atuação na área de Educação, Regina Ripamonti usará seu espírito investigativo e crítico para trazer assuntos de interesse veterinário e de educação ambiental, na busca de redefinição das relações do ser humano com o meio ambiente e a reafirmação de sua interdependência.

A arte de reproduzir cães: Bem-estar, Legalidade e Responsabilidade.

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Você Sabia!

Várias espécies de animais se subdividem em raças, ou subespécies.

No caso dos “canis lupus familiaris”, ao longo dos séculos, através da domesticação, o ser humano realizou uma seleção artificial pelas suas aptidões, características físicas ou tipos de comportamentos, gerando assim as raças caninas. Para que seja considerado como raça, tais divisões são regulamentadas por clubes de cinofilia e mantida através de Cinófilos Criadores que se comprometem em estudos contínuos com a preservação e melhoramento dessas raças.
Para que essa preservação seja possível, os clubes estabelecem um padrão. Porém, é necessário que esse padrão seja avaliado por juízes da raça, elegendo-se os melhores exemplares selecionados em suas categorias. É para isso que existem as exposições caninas. Os cinófilos criadores selecionam aquele que avaliam ser o melhor exemplar e levam em exposições para que os cães sejam avaliados e assim recebam certificados atestando estarem dentro do padrão exigido e consequentemente, elegendo os melhores exemplares.

A dinâmica é a mesma para as provas de trabalho.

Como se trata de exemplares vivos e não objetos que possam ser copiados, um acasalamento traz resultados diversos. Cinófilos comprometidos selecionam apenas os melhores exemplares para reprodução, provas e exposição. Se não houver exemplar apto, um cinófilo criador comprometido com a raça que manipula jamais irá reproduzir um cão que não foi selecionado e destinando a essa finalidade.

Mapeamento genético, genealógico, baterias de exames são realizados na matriz e padreador, porém, é impossível prever o futuro do cão quando ainda é um pequeno filhote, porém, a experiência do cinófilo criador o leva a identificar determinados aspectos físicos e de temperamento, auxiliando nessa seleção. O padrão da raça prevê características físicas e de temperamento que devem ser preservadas para que a raça seja mantida. Quando um cão é selecionado para desempenhar sua característica mais forte, seja ela reprodução, esporte ou exposição, os demais filhotes da ninhada consequentemente poderão ser disponibilizados para venda ou doados.

É nesse momento que os cães de raça vão para tutores que querem exemplares para guarda ou companhia. Em algumas ninhadas pode haver mais de um exemplar apto, mas com certeza uma boa parte deveria ser destinada apenas para companhia ou guarda, dependendo da raça. Mesmo sendo bons exemplares, não serão os melhores para reprodução, exposições ou provas de trabalho, seja por motivos que envolvem patologias físicas ou comportamentais.

Esses cães, sejam filhotes ou adultos, não podem ser objeto de compra e venda sob a ótica consumerista por não se tratarem de um simples objeto inanimado nem haver uniformidade no resultado final. O cão está sujeito a mudanças no seu físico, caráter e até mesmo a doenças adquiridas ou genéticas não previstas no momento da aquisição.

Por ser dotado de sentimentos, não deveria ser apenas vendido ou doado sem um critério de seleção. Por exemplo: um canil coloca à disposição um filhote de excelente linhagem, mas sem as melhores aptidões para exposições ou esporte.

O cão é destinado para um desses fins. Não obtém êxito e talvez seja substituído pelo tutor descontente. E para onde vai esse cão? Muitas vezes passa de mão em mão por não se adequar ao local onde foi viver. Com certeza esse destino não é o mais adequado para um animal. Por isso é adequado que o canil ou profissional contratado para essa finalidade seja a pessoa apta para decidir a destinação desse cão.

Que possa indicar qual o filhote mais adequado para cada finalidade e, quando preciso, desfazer vendas ou doações e até retomar o exemplar. Porém, sob a ótica consumerista, o desfazimento do negócio por essas razões pode gerar responsabilidade material e moral para o canil. Da mesma forma, um objeto vendido e pago não poderia ser retomado. Mas o que é mais importante? O bem estar do cão e a preservação da raça ou o abalo moral de quem esperava um cão e não obteve? Se o cão inadequado for destinado a essa pessoa que o aguardava, muito provavelmente o abalo ao cão e a essa pessoa, a longo prazo, serão maiores e decorrentes dessa destinação inadequada.

A cinofilia só pode ser exercida se houverem estudiosos, criadores comprometidos com a raça que criam e assim trabalhem para manter as características que determinam aquela raça. Por essa razão, a comercialização formal de cães e os direitos que norteiam essa prática batem de frente com a preservação das raças caninas e o bem-estar animal.

Para preservar as raças caninas e zelar pelo bem-estar dos cães, adequado seria que sua tutela e destinação tivessem legislação própria. O que inclui proibição de comércio de cães em lojas e feiras. Porém, enquanto isso não acontece ideal é efetivar a doação desses cães seja a título gratuito ou oneroso. Também estabelecer contratos específicos para cada finalidade. E no momento de gerir conflitos, priorizar o bem-estar do cão e avaliar, quando houver, a real responsabilidade do canil.

Preservar raças caninas é um trabalho difícil e deve ser remunerado por quem se beneficia dessa prática. O cão em si não pode ser visto como um objeto de valor monetário. Porém o trabalho agregado à sua reprodução e educação bem como as despesas havidas merecem a devida recompensa. Tratando-se de ser vivo e com sentimentos, não pode ser visto como mero objeto e nem como ser humano. O “canis lupus familiaris” é uma espécie com suas peculiaridades.

A espécie merece respeito e seus conservadores também. Aplicar regras do direito consumerista puramente a relações de criação e adoção de cães é um retrocesso. Da mesma forma, a responsabilidade civil deve ser ponderada levando-se em consideração o bem-estar dos animais, a previsibilidade de danos e a real possibilidade de prevenção. A legislação deve se adequar a essa realidade.

Reproduzir cães é uma arte e necessita de conhecimento e dedicação. Dedicação essa que pode ser recompensada financeiramente, porém não deve fazer parte do comércio formal, por isso, até hoje é visto como HOBBY pelos leais cinófilos existentes seja nacional ou internacionalmente.

A espécie canina está introduzida na sociedade e muitos seres humanos se tornam dependentes da companhia e da funcionalidade dos cães. A melhor forma de preservar essa relação é adequar à legislação e sua aplicabilidade, mesmo que de forma jurisprudencial.
Texto original: Ana Paula Ruzinski

O CERTO É ADESTRAMENTO OU AMESTRAMENTO DE CÃES ?

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Linguisticamente, as duas palavras têm o mesmo significado, são sinônimos.

Adestrar vem do latim “addextráre” e significa “ensinar, tornar hábil”.

Amestrar vem de mestre, e quer dizer “instruir, ensinar a desenvolver certas habilidades, treinar”. Portanto é certo dizer tanto adestramento como amestramento, se bem que amestramento, por vir de mestre, é uma palavra mais simpática.

Há quem não goste da palavra adestrar, por a entenderem em outro sentido, no sentido de domesticar animais selvagens, como em circos, uma comparação infundada, pois não se adestra um cão com um chicote na mão.

É correto e também podemos dizer treinamento ou mesmo condicionamento de cães, se bem que condicionar, apesar de ser uma expressão correta, pois condicionamos o cão quando o amestramos, é pouco usual.

O profissional que treina cães pode ser chamado de amestrador, adestrador ou treinador de cães “Personal Dog”.

QUANDO DEVO COMEÇAR O AMESTRAMENTO DE MEU CÃO?

O mais cedo possível. Não existe idade mínima nem máxima para isso. Quanto mais tarde você iniciar o amestramento, mais vícios de comportamento seu cão pode ter desenvolvido.

Comece o amestramento assim que adotar e receber seu cão. O ideal é que ele já entre em sua casa sendo amestrado, independentemente da idade. É claro que as medidas de amestramento têm que ser adequadas à idade do animal, pois, por exemplo, de nada adiantaria jogar uma bola para um filhote de 3 meses buscar e trazer de volta, já que um cão nessa idade ainda está descobrindo um mundo e estará muito distraído com tanta novidade que ele provavelmente não entenderá o que você quer dele.

Mas comece desde cedo esclarecendo a questão da hierarquia, que é à base do amestramento de qualquer cão.

QUANTO TEMPO DURA O AMESTRAMENTO DE UM CÃO?

Com a maior sinceridade: uma vida inteira. Não acredite se alguém lhe disser que seu cão pode ser amestrado em alguns dias, semanas ou meses. Um cão aprende o tempo todo, sua vida toda.

Mesmo aquilo que já foi ensinado, tem que ser repetido, reciclado, pois cão também irá questionar sua autoridade de vez em quando, algo que acontece principalmente em certas fases de sua vida, como na puberdade.

É preciso ter disciplina. Não adianta ensinar uma coisa ao cão, mas relaxar com o tempo. Um exemplo: você ensina ao cão que ele não deve subir no sofá. Ele primeiro respeita. Depois de um tempo, ele tenta subir, mas você, por comodismo ou por qualquer outro motivo, deixa. Para seu cachorro, o primeiro ensinamento (de não subir no sofá) perderá o valor e você poderá começar novamente do zero.

No amestramento básico de um cão ele aprende os comandos básicos, é socializado e estabelece uma relação com o dono e com os demais membros da família.

Nessa fase, seu animal aprende a lhe conhecer e você aprende a conhecê-lo. Um dono atento observa sempre o comportamento de seu cachorro, mas tem cuidado para não interpretar comportamentos caninos como se fossem humanos. Ele tenta conhecer seu animal e (acredite!) também aprende muito dele.

É importante seu cão aprender nessa fase a lhe aceitar como líder da matilha, escutar seus comandos, reconhecer seu lugar na hierarquia dentro da família, etc..

O amestramento básico dura, em média, a depender da raça e do caráter do animal, entre 08 meses e 1 ano (e alguns precisam até mais ou menos do que isso). Mas nunca esqueça: mesmo depois desse tempo, o amestramento continua todo o tempo.

Mas não se preocupe: com o passar do tempo e na medida em que o cão vai ficando adulto, o trabalho vai diminuindo, caso você aja consiga da lide da forma certa com seu cão e consiga ser um bom líder.

Dica: quanto mais você investir no início, menos trabalho você terá mais tarde.

QUALQUER PESSOA PODE AMESTRAR OU É PRECISO DE UM TREINADOR PROFISSIONAL?

Na realidade, isso depende da experiência com cães e do nível de informação sobre eles.

Se não tem experiência alguma, pratique a posse responsável e procure ajuda pelo menos no início.

A ajuda de um profissional faz sentido na fase do amestramento básico ou em distúrbio comportamental, quando o dono deveria aprender a essência para depois dar continuidade ele mesmo ao amestramento, pois o objetivo de qualquer treinador de cães deveria ser o de ensinar ao dono a lidar bem com seu próprio cão, de forma autárquica, sem ter que ficar recorrendo à ajuda de profissionais.

Mais de 90% dos distúrbios comportamentais de um cão tem sua causa no dono, na sua forma de lidar com o canino, que, por melhor que sejam as intenções, termina fazendo mal ao cão.

Geralmente não é a falta de conhecimento do dono, e sim a interpretação errônea sobre seu animal e sua postura errada que causam diversos distúrbios comportamentais.

Dentro do saldo de 10%, aproximadamente 2% são distúrbios relacionados a questões não pertinentes ao tutor.

Os cães necessitam de liderança, seguem seu líder com satisfação, mas eles só querem saber uma coisa antes: quem é o chefe? Para um cão, que é muito social e vê sua matilha (para ele, a família da casa onde vive) como algo indispensável para sobreviver.

A genética do cão é programada para viver em grupo. E para o cão, o grupo só pode funcionar se tiver um líder. Se você não assumir essa liderança, ele fará isso por você.

Um bom treinador faz exatamente isso: ensina ao dono a ser líder de seu cão e o que isso significa.

Independente do amestramento básico pode ocorrer situações mais complexas na vida do cão, de desvio de comportamento, que exijam a ajuda de um profissional (traumas, mudança brusca na vida do cão, como uma troca de dono, falecimento de uma pessoa há quem ele muito apegado ou nascimento de uma criança, por exemplo).

Em casos assim, alguns cães podem precisar de um acompanhamento profissional, mas o que o seu cão acima de tudo precisa em qualquer fase difícil é de você, como líder.

Mas se você perceber que não dá conta, não aventure, consulte um profissional ou uma pessoa mais experiente. Mas tenha cuidado: quando se trata de cachorro, há muita gente por aí dizendo que entende do assunto, hoje em dia anda chovendo especialistas, mas nem sempre são pessoas realmente competentes.

Ao procurar um treinador, peça referências, se informe sobre ele e observe bem como ele lida com cães.

Treinadores profissionais, que realmente entendem do assunto, têm uma autoridade natural e são respeitados pelos animais, eles são calmos, não gritam com os bichos, trabalham com o reforço positivo e JAMAIS usam de violência.

Observação: não se esqueça de que um bom treinador não treina o cão, mas sim o dono, pois de nada adianta ensinar algo ao cão, ir embora e deixar o dono então sozinho com o problema, que persistirá.

POSSO ENSINAR TRUQUES A MEU CÃO?

Depende. Se você quer ensinar truques úteis, que façam sentido, tudo bem, truques que sejam divertidos para o cão também.

Mas não ensine truques desagradáveis para o cão só para seu divertimento ou para o divertimento de outras pessoas. É uma questão de respeito. Seu cão é um animal de estimação e não de circo.

TENTO AMESTRAR MEU CÃO, MAS ELE NÃO OBEDECE. O QUE FAZER?

Para que o amestramento de seu cão funcione, é necessário que você, em primeiro lugar, esclareça a questão da hierarquia.

Isso é à base do amestramento de qualquer cão. Se seu cão não obedece, esse seria o primeiro ponto a esclarecer. Além disso, observe alguns outros pontos que ajudam a facilitar o amestramento:

Ao treinar alguma coisa com seu cão, cuide para ficar só com ele, evitando que outras pessoas ou outros cães estejam próximos e também qualquer outra coisa que possa distrair o cão. Um cão distraído tem dificuldades de se concentrar e entender o que você quer dele.

Use reforço positivo como carinho para incentivar e recompensar o cão. Mas não exagere.

Antes de treinar, faça exercícios e brinque com o cão, cuide para que ele corra, gastando um pouco da energia. Isso fará com que ele fique mais calmo e possa se concentrar melhor na hora do treinamento.

Mas não exagere, pois um cão cansado também tem dificuldade de se concentrar. Faça-o gastar somente a energia em excesso.

EXISTE RAÇA QUE NÃO APRENDE?

Não, qualquer raça pode ser amestrada. O que existe é diferença de características, que fazem com que sejam necessárias medidas diferentes, específicas para cada raça.

Há raças com maior tendência à dominância que outras e raças que são mais fáceis de motivar.

Portanto, é importante conhecer bem seu cão, as peculiaridades da raça (ou das raças, no caso de SRD) e a forma correta de motivá-lo.

EM QUAL IDIOMA SE DEVE AMESTRAR MEU CÃO?

Alguns treinadores defendem a teoria de que cães devem ser amestrados em inglês, mas isso não é verdade.

Na verdade, o cão pode ser amestrado em qualquer idioma. A linguagem corporal do dono é mais importante do que qualquer palavra falada.

Os comandos você pode dar em português, inglês, alemão, tupi, iorubá ou em qualquer língua. É importante que os comandos sejam sempre os mesmos e que você escolha palavras curtas, que facilitam o entendimento.

Há treinadores que praticamente não falam com os cães durante o amestramento, preferindo usar a linguagem corporal e ruídos como “Psssssst!”, assovios e outros sons com frequência mais alta que a da voz humana (cães escutam sons de frequência alta ainda melhor!).

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Neguinha nadando na areia de Pitangueiras-Guarujá…. tio n entrei no mar pq a água tá gelada au au au rsrs

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O tabagismo e a semiologia respiratória

Ciência e Medicina

O “Dia Mundial da Luta Contra o Tabaco” (31/05) está chegando, e apesar das atuais leis que visam reduzir o consumo e a exposição secundária em locais públicos, a prevalência ainda é alta na população (14,7% em 2013 segundo o Ministério da Saúde). Uma herança da época em que fumar se iniciava, por muitas vezes, apenas pela questão da aparência. Entretanto, a próxima geração vem crescendo sob a influência das campanhas anti-tabagismo e, felizmente, está se tornando muito comum a mudança do rótulo do amigo fumante de bacana para babaca. O que indica um melhor prognóstico para as próximas décadas.

Muito se deve a difusão da associação do tabagismo com as doenças respiratórias, porém o que não se explora muito é seu efeito em outros sistemas como o cardiovascular. Ou seja, além do tabagismo ter uma influência de 80 a 90% em enfermidades como a DPOC e o câncer de pulmão, este hábito constitui um dos maiores fatores de risco para a obstrução das artérias coronárias. Estudos apontam que pacientes que pararam de fumar após um infarto, o risco de um novo infarto caiu pela metade após um ano. Isso sem considerar o impacto social e econômico na vida do fumante.

Contudo, o tabagismo apesar de ser a principal causa de mortes evitáveis, não é o único fator para as doenças respiratórias dos nossos futuros pacientes. Poluição, condições alérgicas, doenças do sistema imunitário e exposição a substâncias tóxicas e agentes infecciosos, também são fatores desencadeantes para  tais doenças. O que abre um extenso leque de possibilidades e nos exige mais no momento do diagnóstico.

Por isso mais uma vez, convido-os a continuar os estudos de semiologia do Medicina Resumida, dessa vez com a semiologia respiratória em duas partes. Nessa primeira, achei necessário abordar um pouco sobre a divisão do tórax antes de adentrar o assunto, mas logo depois, abordo tanto a inspeção estática quanto a dinâmica. Inclusive tentei simular os ritmos respiratórios para tentar facilitar o entendimento.

#MR SEMIOLOGIA RESPIRATÓRIA (PARTE 1)

http://www.youtube.com/watch?v=uttfWGyuCM8

Já nessa segunda parte, estudaremos a palpação (sensibilidade, expansibilidade e frêmito toracovocal) percussão (tipos de sons e técnica) e ausculta (sons fisiológicos e adventícios). Tentei também ilustrar ao máximo e trazer além dos vídeos das técnicas, os sons da ausculta para facilitar o entendimento. Espero que tenha conseguido alcançar esse objetivo e que não tenha esquecido nada.

#MR SEMIOLOGIA RESPIRATÓRIA (PARTE 2)

http://www.youtube.com/watch?v=6lQ-noco0Tw

 

Uso irregular de jalecos na saúde e a contribuição deste para o fenômeno-doença.

O emprego do jaleco além de ser uma vestimenta recomendado para os profissionais de saúde como uma das barreiras de proteção na prevenção de contaminação por agentes infecciosos, principalmente aqueles que trabalham em áreas com riscos variáveis e complexas, também reduz significativamente o risco de acidente ocupacional.

Infelizmente esse tradicional equipamento de proteção para profissionais da saúde e para quem trabalha no campo da pesquisa, cujo uso deveria ser dentro do seu local de trabalho como laboratório ou ambiente hospitalar, passa a ser utilizado fora desses ambientes como uma marca que transmite respeito e traz valor a pessoa que usa. Ao mesmo tempo em que o jaleco é considerado um acessório de proteção para o profissional o seu mau uso passa ser um veículo de transmissão de doenças.

PUCCINI (2011, p. 3044) em uma das suas pesquisas direcionada à infecção hospitalares, relembra que meado do século XIX o médico Ignaz Semmelweis, de origem húngara e ideias questionadoras e meio conservador círculo de colegas em Viena, comprovou a hipótese de que as doenças graves (doenças infecciosas na época não se conhecia a existência de microrganismos) eram decorrentes de procedimentos terapêuticos, foi por muitas vezes alvo de zombarias e até perseguido.

Bactérias multirresistentes, que podem provocar doenças como faringite, otites, pneumonia, tuberculose e até mesmo a morte, são carregadas para lugares públicos e retornam das ruas para consultórios médicos, odontológicos, enfermarias e salas de cirurgia nos jalecos dos mais diversos profissionais da saúde. Essa negligência profissional, na maioria das vezes acontece por arrogância ou por desconhecimento de alguns conceitos básicos de microbiologia (CARVALHO et al., 2009, p. 307).

Locais como restaurantes e lanchonetes perto de hospitais, laboratório de análises clínicas, consultório odontológico, clínica cirúrgica e veterinária de várias cidades observa-se, diariamente, médicos, enfermeiros, odontólogos e outros profissionais de saúde paramentados com seus aventais de mangas compridas, gravatas, estetoscópio nos pescoço e até mesmo vestimentas específicas para área cirúrgicas que seria restrita somente para seus ambientes de trabalho e que estão presente nestes ambientes públicos (CARVALHO et al., 2009, p. 357).

Mesmo com a Norma Regulamentadora NR-32 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que restringe o uso do jaleco fora do local de suas atividades laborais, ainda é muito comum o descumprimento dessa regra entre os profissionais da saúde.

O professor Adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro e chefe do Laboratório de Microbactérias do Instituto de Microbiologia Paulo de Goes Rafael Silva Duarte, em janeiro de dois mil e doze aponta que os micro-organismos patogênicos podem ser depositados em tecidos de jalecos por diversos meios (mão, secreções, contaminação ambiental) e não são eliminados em período curtos, permanecendo viáveis por períodos prolongados. O mesmo também afirmou que Mycobacterium tuberculosis, por exemplo, o agente etiológico da tuberculose permanece viável no tecido de algodão 50 dias como comprovaram por experimentos em seu laboratório (RIBEIRO e SEVERIANO, 2012).

As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) são consideradas em todo mundo como um importante problema de saúde pública por comprometeres a segurança e a qualidade assistencial dos pacientes em instituições de saúde, levando ao prolongamento do período de internação (OMS, 2009; HAUTEMANIÈRE et al., 2011 apud SILVA, 2011 p. 17).

Estudos relacionados com a origem das infecções hospitalares tem demonstrado que em certos casos este problema não pode ser evitado/prevenido mesmo com todas as precauções adotadas, como é o caso de pacientes imunologicamente comprometidos, sendo a infecções de origem da sua própria microbiota. Já em relação à questão da existência das infecções que podiam ser evitadas, exige da equipe da saúde e das instituições, responsabilidade, ética, técnica e social no sentido assegurar os serviços e os profissionais a prevenção das infecções hospitalares (PEREIRA, 2005, p. 252).

A contaminação microbiana de uniformes e jalecos brancos surge durante atendimento clínico em contato com o paciente, e do usuário para o uniforme. Neste caso, o uso rotineiro pelo profissional de saúde no contato com pacientes faz com que esses acessórios se tornem colonizados por bactérias patogênicas. Esta questão foi confirmada em uma pesquisa na qual foi demonstrado que os jalecos brancos de estudantes de medicina são mais susceptíveis de estarem bacteriologicamente contaminado em pontos de contato frequente, como mangas e bolsos. Os principais microrganismos identificados foram os que estão presente na pele incluindo o Staphylococcus aureus. Para alguns pesquisadores, a limpeza dos jalecos realizada pelos estudantes, foi correlacionada com a contaminação bacteriológica, onde apenas uma parte desses estudantes lavava os seus jalecos esporadicamente (CARVALHO et al., 2009, p. 358)  

Embora a responsabilidade das infecções seja relacionada também a estrutura organizacional que envolve políticas governamentais, institucionais, administrativas, interpessoais e Intersetoriais no trabalho, o envolvimento profissional é o grande foco para a falta de conscientização na adesão as medidas de controle de Infecção Hospitalar (IH).

Vários pesquisadores relatam que uniformes dos profissionais de saúde, incluindo, os jalecos, quando em uso torna-se progressivamente contaminados com bactérias provenientes de usuários, de pacientes e de ambientes clínico. Alguns acessórios que ficam em contato direto com os jalecos dos profissionais de saúde como crachás de identificação, colares e brincos usados por muitos profissionais também podem estar contaminados com microrganismos patogênicos que poderiam ser transmitidas aos pacientes.

Um dos membros da comissão de biossegurança do centro de saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e chefe do Laboratório de Microbiologia de Alimentos do Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Goes (IMPPG) Marco Antônio Lemos Miguel, alerta que além da importância da lavagem das mãos, a proibição do uso do jaleco fora do ambiente de saúde é importante, pois fecha umas das portas por onde microrganismo extremamente perigoso pode ter acesso à comunidade. Esse pesquisador relata que estudos realizados demonstram que as bactérias causadoras de infecções hospitalares podem permanecer até 17 semanas no jaleco, e o número dessas bactérias patogênicas não se reduz durante a jornada de trabalho como de 8 horas de um profissional de saúde. Esses microrganismos muitas vezes são resistentes a antibióticos causando grande dificuldade no tratamento do paciente, aumenta o custo e os riscos de morte (RIBEIRO e SEVERIANO, 2012).

A consequência desta negligência profissional, especialmente dos profissionais da área da saúde em relação à segurança do paciente e da comunidade, tem demonstrado falha nas campanhas de conscientização dos profissionais e da população. Esse problema deve ser rotineiramente trabalhado, passando os profissionais a serem notificado e por último punidos pelo o estabelecimento empregador.

REFERÊNCIAS:

http://portal.anvisa.gov.br/

CARVALHO, Carmem Milena Rodrigues Siqueira et al. Aspectos de biossegurança relacionados ao uso do jaleco pelos profissionais de saúdeuma revisão da literatura. Texto contexto – enferm.,  2009, vol.18, n.2, p. 355-360.

PEREIRA, Milca Severino et al.. A infecção hospitalar e suas implicações para cuidar da enfermagem. Texto Contexto Enferm, 2005. jun., v.2, n. 14, p. 250-257.

PUCCINI, Paulo de Tarso. Perspectivas do controle da infecção hospitalar e as novas forças sociais em defesa da saúde. Ciênc. saúde coletiva, 2011, vol.16, n.7, p. 3043-3049.

RIBEIRO, André e SEVERIANO, Luana. Por que e como deve ser punido o uso do jaleco fora do ambiente de trabalho. Olhar Vital – UFRJ. Ed. 275, jan. 2012. Disponível em <http://www.olharvital.ufrj.br/2010/index.php?id_edicao=275&codigo=4&gt;.  Acesso 02 abril 2013.

SILVA, Marlene das Dores. Caracterização epidemiológica dos microrganismos presentes em jalecos dos profissionais de saúde de um hospital geral. 2011. Tese (Mestrado em Enfermagem) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, 2011, p. 102.

Artigo por * Margareth Oliveira  Amâncio, 2013

  • Mestranda em Biotecnologia Farmacêutica pela Universidade de Coimbra – Portugal, Enfermeira e Farmacêutica. Especialista em Saúde Pública e também Especialista em Urgência e Emergência. http://lattes.cnpq.br/6354150948286018

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Cãominhada Perfeita

Atividade física, Brincar é Arte Educar faz parte, dogwalkercastrozn, Passeio Educativo

Tome nota de algumas dicas importantes que foram elaboradas pelo Dr. Fabio Ravaglia:

– Pelo calor, que pode danificar as patas dos animais, a caminhada deve ocorrer no período da manhã ou bem no final da tarde;

–  A respiração ofegante do cão e a resistência em continuar o trajeto devem ser respeitadas. Mas, não associe o cansaço do animal com a língua de fora! Os cães sentem mais calor do que os humanos, mas não transpiram, porque não possuem glândulas sudoríparas. Eles efetuam a perda de calor pela língua e também pelo focinho e “almofadinhas” das patas;

– Para mostrar ao cão a diferença entre passeio e caminhada procure adotar uma postura mais séria, com comandos mais firmes;

– As paradas do cão, tão comuns nos passeios, devem ser abolidas para que se mantenha um ritmo adequado ao cachorro e ao tutor\condutor;

– Nas caminhadas, fique atento para evitar acidentes com crianças e pessoas idosas. Use sempre os equipamentos de segurança, como coleiras e focinheiras, para algumas raças\locais;

– Mantenha a vacinação em dia e recolha as fezes do animal – SEMPRE!;

– Para garantir o bem-estar do seu melhor amigo, é importante fazer com que ele beba água em pequenas quantidades e urine antes de começar a caminhada;

-Fique atento com a forma de conduzi-lo, segure a guia de maneira firme, do lado esquerdo e mantenha uma postura ereta porém calmo. As guias com extensores devem ser utilizadas somente quando o cão estiver acostumado à prática de caminhada;

– Recompense o cão após a caminhada com um carinho\petisco canino para condicionar o bom comportamento;

– Ao caminhar, deixe as preocupações de lado. A pessoa preocupada, sem perceber, tem a tendência de deixar o corpo tenso. E, tensionar o corpo durante o exercício, pode ocasionar alguma lesão;

– A cabeça deve estar centrada nos ombros; o olhar focaliza o horizonte, em linha reta; o queixo e a cabeça acompanham o olhar;

– Os ombros devem estar relaxados. Evite incliná-los para frente ou para os lados;

– O tórax deve ficar em posição normal, sem desvios para frente ou para trás;

– Os braços devem estar para baixo, levemente dobrados. O balanço dos braços durante a caminhada deve ser natural e suave;

– Nas mãos, o ideal é agir como se tivesse segurando uma borboleta. A ideia é não apertá-las, para não esmagar a borboleta, nem abri-las demais para não deixar a borboleta fugir;

– Mova o quadril de forma natural, acompanhando o movimento das pernas para frente e para trás. Nunca movimente os quadris para os lados;

– Atenção com os pés! O calcanhar deve tocar o chão primeiro. É importante rolar a pisada no sentido calcanhar, arco e dedos, complementando sempre essa sequencia antes de mudar para o próximo passo;

– A respiração é muito importante! A dica é concentrar-se em manter a respiração suave, profunda e regular. Ao ficar relaxado, o coração do praticante da caminhada vai bater ritimadamente.

Dr. Eduardo Fava Schmidt – médico veterinário e sócio-gerente do Hospital Veterinário Rebouças;

Dr. Fabio Ravaglia – médico ortopedista e presidente do Instituto Ortopedia & Saúde.

Fonte: Revista Papo de Pet – ed06

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Cesar Millan ou Victoria Stilwell, quem tem razão?

Sempre quando começamos a falar em técnicas de adestramento básico, comportamento canino e problemas de temperamento vêm à tona o debate para saber quem é melhor Cesar Millan, o mexicano que virou celebridade em L.A. com o programa “O Encantador de Cães” (Animal Planet), ou Victória Stillwell, ex- atriz britânica que apresenta o programa “Ou eu ou o Cachorro” na GNT.

Cesar não se mostra como adestrador, mas sim como comportamentalista canino que tem objetivos bem diferentes de ensinar o cão a sentar ou dar a pata. No Brasil, adestradores, MV especialistas em comportamento animal criticam-no por ser entendê-lo como rude, pregar a submissão e abusar dos toques físicos nos cães. Os resultados de suas “sessões” são rápidos e quando não consegue atingir seu objetivo, (em curto prazo) leva o cachorro do episódio para seu centro de reabilitação em Los Angeles, para terminar o tratamento.

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Victoria tem outra abrangência em seus programas. Ela ensina técnicas, comprovadas pelos adeptos do Reforço Positivo, que com paciência, insistência e muito trabalho os cães podem abandonar comportamentos bastante desagradáveis e perigosos para quem convive com eles.

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APROVEITAR O LADO BOM DE CADA UM

Como bom curioso eu prefiro entender melhor e pesquisar o que cada um tem para oferecer, separando caso a caso. Em minha opinião, as técnicas de César são mais eficientes com cães agressivos, ansiosos e dominantes de raças grandes, principalmente os molossos. Na realidade, Cesar treina o tutor e família humana a se tornar o líder do cão deixando bem claro que o inverso é perigoso para o equilíbrio da relação humano-cão-humano e traz sofrimento ao animal. No caso que ocorreu no Rio de Janeiro, entre um casal de Rottweillers agressivos que chegaram a mutilar a mão da tutora. É claro que o fim desta história foi trágica para todos. A mulher, médica-cirurgiã, perdeu o movimento da mão direita e, consequentemente, sua carreira. O cão foi sacrificado por ser uma ameaça real para a família. O marido desta médica lamenta não ter entendido os sinais demonstrados pelos cães, tais como a possessividade da comida, a territorialidade e a dominância excessiva do macho. Sobrou carinho e faltou atitude.

Neste cenário é preciso entender que pessoas inexperientes com cães devem evitar certas raças. Ao mesmo tempo, quem tem um exemplar de uma raça forte deve buscar informação, ajuda profissional e se impor como líder indiscutível do animal. César deixa isso bem claro quando diz que carinho e amor não são o que um cão espera da relação, mas sim três coisas, nesta ordem:

  • Exercício: Eles precisam gastar a sua energia de forma orientada, pelo menos uma hora por dia, sempre respeitando os sinais do seu líder \ dogwalkercastrozn, geralmente é recomendado passeios de pelo menos 40 minutos (dependendo do porte, idade e salvo restrição médica veterinária); [Posse Responsável];
  • Disciplina: Deve ser aplicados com o escalonamento de regras, limites e restrições entre o cão e matilha-família. Disciplina também quer dizer regularidade das tarefas e com as atividades indicadas, propiciando que eles se tornem mais sociáveis e tranquilas; [Psicologia Canina];
  • Carinho: Isso a maioria é especialista. Essa deve ser a última atividade realizada com o cão. O carinho também é usado como recompensa por bom comportamento. [Reforço Positivo].

Victoria Stillwell é adestradora profissional. Admirado e seguido por milhões de profissionais e proprietários de cães, seu método de educação canina é embasado no reforço positivo de treinamento, que, por meio de petiscos e agrados, mostra ao cão que atitudes positivas têm recompensa, e combate, veementemente, a dominância, a agressividade e a punição diante de maus comportamentos do animal. Ela diz que muitos comportamentos negativos dos cães acontecem porque eles vivem sob as regras de nossa casa, estranhas aos animais, e acabam desenvolvendo problemas como estresse, ansiedade e insegurança. Se punir esse animal, poderá fazê-lo se comportar de forma ainda pior e incentivá-los a se tornarem agressivos. O reforço positivo mostra ao cão como se comportar e de que forma se comportar bem traz prazer.

Em contra ponto a Cesar Millan, Stilwell afirma: “O ponto principal contra a teoria da dominação é que ela pode ser perigosa para as pessoas. Quando as pessoas veem, na mídia, um cão que é treinado com o uso dessas técnicas rudes, de certa forma está sendo enganados. O modo como a TV mostra as coisas pode ser muito sedutor. (Lembre-se do aviso sobre nunca realizar as técnicas aplicadas por Cesar Millan e SEMPRE solicitar apoio profissional). A razão pela qual me orgulho muito de meu programa é que, se algo não está dando certo, não digo que é um sucesso. Nós mostramos a verdade. Não acontece com muita frequência no meu programa porque trabalho duro para que tudo dê certo. Mas as pessoas vão acreditar no que virem e pode parecer impressionante. O que elas não percebem que algumas técnicas podem causar danos psicológicos aos cães e afetar a confiança entre cão e dono.”.

Em tempo: Eu nunca vi Cesar Millan, apesar da rudeza característica, condenar um cão a ser sacrificado, no entanto, Stilwell recomendou o sacrifício de um Cocker Spaniel, durante um episódio que tratava de agressividade. Agora basta você optar qual programa ou leitura mais te agrada ou se encaixa no perfil de seu cão, para que possa ajudá-lo a interagir ainda mais com seu companheiro.

Adestramento, Cesar Millan, Comportamentalista Canino, Victoria Stilwell

Para ajudar os dois (2) animais caninos que estão em uma residência, onde o atual inquilino se mudou e deixou os cães pra trás, no bairro de Vila Guilherme, zona norte de SP, depois de ver um post em uma rede social, fomos ao local e identificamos a real situação e SOLICITAMOS ENCARECIDAMENTE, mobilização para locomoção deles para LARES TEMPORÁRIOS, a fim de abrigar os animais para que possam ser levados ao veterinário, caso necessite realize o devido tratamento e castração para posterior adoção. Nestas casas, o que não falta para os animais vítimas de maus-tratos e abandonados é amor.

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Por enquanto, os dois cães continuam na casa, em conversa com vizinhos, foi relatado que estão alimentando pelo muro (jogando a ração em sacola plástica), e a água é que é o problema, pois os cães estão isolados no fundo da residência que está trancada, dificultando o acesso. Necessitamos URGENTEMENTE DE LARES TEMPORÁRIOS, pois com a dificuldade de oferecer água e alimento é grande. 

“Nós, já temos alguns cães nesse esquema e entre idas e vindas, alguns ficaram definitivamente.” No entanto, achar novos tutores para os cães não é uma tarefa fácil. Alguns passam anos à espera de uma família. A internet se tornou uma aliada na campanha e faz com que os animais fiquem conhecidos. 

2 (DOIS) CÃES ABANDONADOS EM CASA VAZIA (ZN-SP), PRECISAM DE LAR TEMPORÁRIO, MADRINHAS E PADRINHOS, VAMOS AJUDAR ?

2 (DOIS) CÃES ABANDONADOS EM CASA VAZIA (ZN-SP), PRECISAM DE LAR TEMPORÁRIO, MADRINHAS E PADRINHOS, VAMOS AJUDAR ?

‪#‎LARTEMPORÁRIO ‪#‎MADRINHAS ‪#‎PADRINHOS‪#‎APADRINHE #UMCÃOABANDONADO ‪#‎ADOTE 

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Por que os cachorros comem grama

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É bastante comum cães comerem grama, e há diversas explicações para este tipo de comportamento. Primeiramente, canídeos selvagens (lobos e raposas, por exemplo) comem qualquer tipo de animal que consigam pegar. Uma vez que comem muitos herbívoros (animais que comem plantas), eles acabam comendo muita grama e plantas que ficam nos intestinos destes animais. Além disso, sabe-se que eles comem algumas frutas silvestres e vegetais. Por conta disso, cães comem grama porque, na verdade, faz parte de sua dieta natural.

Muitas vezes, cães vomitam logo após comer grama. Eles comem para conseguir vomitar? Ou eles vomitam por terem comido a grama? É um mistério, mas aparentemente cães costumam comer grama quando há algo errado com seu estômago.

Outro motivo: eles gostam. Alguns cães parecem preferir certos tipos de grama ou vegetais pelos quais eles vão procurar e então comer.

Por que os cachorros comem grama

  1. Fome

Os cães consideram a grama um alimento e podem comer grama principalmente quando estão com fome. Como falamos acima, os cães primitivos estavam acostumados a comer grama, pois eles comiam animais herbívoros e acabavam comendo a grama/vegetal que estava no estômago desses animais.

2. Dieta deficitária

O cão pode estar sentindo falta de algum nutriente e pode tentar compensar isso ingerindo outros tipos de comida. A dieta pode estar desequilibrada, faltando, por exemplo, vitaminas e minerais. Ingerir grama faz com que o corpo produza vitaminas A, E e K. Tenha certeza que seu cão se alimenta bem, se você dá alimentação natural, fale com o nutricionista. Se você dá ração, procure fornecer uma ração super premium.

3. Gastrite crônica e dor de estômago

Há uma crença popular de que o cachorro come grama quando está com gastrite ou enjoado, para provocar o próprio vômito. Isso não é comprovado ainda. A clorofila presente nas plantas age como um antibacteriano em feridas e podem combater infecções na gengiva, garganta etc.

4. Ansiedade

Comer grama pode ser um sinal de estresse e ansiedade. Ele pode estar comendo grama por puro tédio. Outros sinais de tédio e ansiedade são: latir muito, automutilação, roer móveis, etc. Você pode melhorar isso se der mais atenção ao seu cão e passear mais com ele pra que ele gaste energia.

5. Instinto de caça

Existe estudos que falam que o cachorro come grama para sentir a presença da presa naquela região, como se ele pudesse se preparar para um ataque. É totalmente instintivo.

Você não precisa se preocupar tanto quando seu cachorro come grama, porém, como citamos acima, isso pode ser um sinal de outros problemas. Confira se está tudo certo com seu cachorro e se mesmo assim ele continuar comendo grama, não é um motivo pra grandes preocupações, a não ser, claro, que alguém tenha colocado veneno pra ratos no jardim. Muitos condomínios costumam fazer isso, portanto, muito cuidado.

Fonte: Tudo sobre Cachorros

Foto: Denis Castro, dog Freddy, pitbull mascote #dogwalkercastrozn #petcentercastro

Porque passear com Dog Walker Castro ?

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Não é nada fácil explicar para os tutores que os cães precisavam de atividade, exercícios diários, não só “adestramento”, para ter saúde física e mental, assim como para solucionar questões de comportamento mais comuns.

A partir disso e com foco 100% no cão e na qualidade do serviço, procuramos proporcionar aos cães o que eles realmente desejavam: – Passeio divertido, ativo e que incentiva a interação entre eles, as pessoas e a natureza.

Ao focar nos cães, entendemos que também focamos em humanos, pois conseguimos transmitir a eles a hierarquia necessária para o equilíbrio da matilha.

Muitas pessoas acreditam que qualquer um pode fazê-lo, e é um grande engano.

Além de amar e respeitar os cães, deve-se conhecer o mercado, psicologia canina, assiduidade e extremamente responsável para que tenha uma atividade com qualidade.

dogwalkercastrozn atua com profissionais qualificado e capacitado em primeiros socorros e em psicologia canina, preocupando-se, além disso, com a observação de eventual anomalia, selecionando cães sadios, eliminando o risco de inconvenientes.

A fim de tornar os grupos homogêneos, realizando atividade recreativa buscando conhecer melhor as características e gostos particulares.

Para a maioria, os cães são membros da família, necessitando de cuidados especiais, personalizados, com responsabilidade e amor.

Caminhar com os cães é considerado um excelente exercício, que pode ser realizado por cães de todas as raças e idades. Este tipo de atividade evita o sedentarismo e, consequentemente, a obesidade, regularizando o condicionamento físico e equilibrando seu temperamento.

Muitos cães – principalmente os que não possuem espaço para brincar e os que passam grandes períodos sozinhos, afastados de seus tutores ou do convívio de outros da mesma espécie – desenvolvem estresse. Para este mal, passear é um ótimo remédio.

Assim como os seres humanos, os cães necessitam de passeios, exercícios, outros odores, socialização com o ambiente externo, e de um líder, e é você, o tutor. Na maioria das vezes, os cães são líderes no mundo dos humanos porque as pessoas dizem:

“Não é uma gracinha? Ele está tentando me falar alguma coisa”. É a velha síndrome de Lassie: “O que foi Lassie? O vovô caiu dentro do poço?” Sim, ser humano, nesse caso seu cão está tentando lhe dizer algo – está fazendo você se lembrar de que ele é o líder, e você, o seguidor.

Então, quando você acorda na hora que quiser, você é o líder da matilha.

Quando abre a porta porque quer, é o líder.

Quando sai de casa antes de seu cão, é o líder.

Quando toma as decisões em sua casa, é o líder.

E não estou falando sobre 80% do tempo.

Estou falando sobre 100% do tempo.

Se você exercer apenas 80% da liderança, seu cão o seguirá em apenas 80% do tempo.

E nos outros 20% ele comandará o espetáculo.

Se você der ao seu cão a oportunidade de ser líder, ele não vai desperdiçá-la.

Não há restrição, apenas particularidades quanto à duração e frequência dos passeios, levando-se em conta o nível de energia do animal, seu interesse por exercícios, condicionamento físico, obesidade e envelhecimento.

Além de problemas locomotores como displasias, luxações, artroses e degenerações ósseas. É importante adaptar o passeio de forma individual, respeitando os limites e sem causar danos ao organismo.

Todos os manejos são realizados com intervalos para descanso, necessidades fisiológicas e água, lembrando que sempre serão respeitadas as tipicidades de raça, idade, peso e eventuais restrições físicas e de saúde do cão.

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Atividade física diária vs. Tutores e seus peludos.

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Na maioria das vezes, tutores não realizam com qualidade necessária os passeios de que tão eles (dogs) querem, precisam e necessitam. (Passeio, Persistência e Paciência. – Rotina do 3 P´s).

Por isso, Dog Walker Castro surgiu para satisfazer as necessidades básicas do cão, enquanto auxilia o tutor no cuidado com seu peludo. O serviço de dogwalker – ou passeador de cães – é muito comum em países como Estados Unidos, Inglaterra e Argentina.

No Brasil, a população canina aumenta a cada ano. Em São Paulo, por exemplo, houve um aumento de 60% no número de cães entre 2002 e 2008 (de acordo com censo realizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP) totalizando 2,4 milhões de cachorros só na capital paulista. Estima-se que exista 1,5 milhão de cães com um responsável apenas em São Paulo; daí a necessidade de profissionais aptos para suprir esta demanda.

A ausência de exercícios físicos acarretam distúrbios de diversos sintomas, independentemente de raça, da idade, porte ou sexo. Ao incorporar cães em ambientes construídos pelo humano, em áreas urbanas e rurais, é sempre relevante considerar a importância da promoção e preservação da saúde física e mental da matilha, o equilíbrio ecológico e o bem estar animal.

Pensando nisso, todo nosso trabalho são desenvolvidos com base nas diretrizes da psicologia canina, reforço positivo e posse responsável, formando um tripé:

Exercício: Essa é a primeira e mais importante atividade praticada em conjunto pelo cão e seu tutor, geralmente é recomendado passeios de pelo menos 40 minutos (dependendo do porte, idade e salvo restrição médica veterinária); [Posse Responsável];

Disciplina: Deve ser aplicados com o escalonamento de regras, limites e restrições entre o cão e matilha-família. Disciplina também quer dizer regularidade das tarefas e com as atividades indicadas; [Psicologia Canina];

Carinho: Essa deve ser a última atividade realizada com o cão. O carinho também é usado como recompensa por bom comportamento. [Reforço Positivo].

Segurança sem comprometer a diversão do seu cão é nossa condição diária, necessária para o equilíbrio da matilha-família.

Com diferenças de idade, de personalidade e de condicionamento físico, nos esforçamos e realizamos programas para oferecer tratamento diferenciado a cada cão atendido.

Respeitamos e amamos os animais, por isso, não comprometeremos saúde e satisfação por um ganho monetário, Nunca!

Os grupos de passeios são limitados em até 3 cães por passeador e também oferecemos Passeio Educativo Individual para aquele que assim o desejar ou ser pós avaliação necessário para posterior introdução da socialização.

Saiba mais acessando http://www.facebook.com/dogwalkercastrozn

ou nos envie uma mensagem para dogwalkercastro@gmail.com

ou via WhastsApp: (11) 9 4196-2363

Brincar é arte, Educar faz parte. @dogwalkercastrozn

Erros mais comuns na hora de educar um cão de estimação.

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  • Não use a palavra “não” toda hora.
  • Evite dar “bronca” nos momentos em que o cão tiver dificuldades em relacioná-la ao comportamento errado que se quer coibir.

Sem a certeza do motivo, o cão irá apenas se acostumar à “bronca”.

  • Muitas vezes, ao fazer algo errado, o cão está apenas querendo chamar a atenção.

Cair nessa “armadilha” (por exemplo, correr atrás do animal para retirar um objeto de sua boca) reforçará esse comportamento.

  • Usar violência física como punição é um erro grave, que levará o cão a desenvolver distúrbios comportamentais,

como medo excessivo e/ou agressividade. Além disso, depois de estabelecida essa prática,

torna-se remota as possibilidades de reversões futuras no quadro comportamental.

  • Se, no entanto, a correção for inevitável, é imprescindível escolher o momento exato em que deve ocorrer.

A melhor ocasião será durante a “intenção”, antes de o comportamento errado acontecer; ou ainda, quando o comportamento errado está acontecendo, sendo ideal torná-lo desagradável ou sem graça.

Depois de o comportamento errado ter terminado, a correção fica sem sentido.

A melhor estratégia será então tentar provocar a mesma situação novamente para, aí sim, aplicar a correção.

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