Porque passear com @dogwalkercastrozn ?

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Não é nada fácil explicar para os tutores que os cães precisavam de atividade, exercícios diários, não só “adestramento”, para ter saúde física e mental, assim como para solucionar questões de comportamento mais comuns.

A partir disso e com foco 100% no cão e na qualidade do serviço, procuramos proporcionar aos cães o que eles realmente desejavam: – Passeio divertido, ativo e que incentiva a interação entre eles, as pessoas e a natureza.

Ao focar nos cães, entendemos que também focamos em humanos, pois conseguimos transmitir a eles a hierarquia necessária para o equilíbrio da matilha.

Muitas pessoas acreditam que qualquer um pode fazê-lo, e é um grande engano.

Além de amar e respeitar os cães, deve-se conhecer o mercado, psicologia canina, assiduidade e extremamente responsável para que tenha uma atividade com qualidade.

dogwalkercastrozn atua com profissionais qualificado e capacitado em primeiros socorros e em psicologia canina, preocupando-se, além disso, com a observação de eventual anomalia, selecionando cães sadios, eliminando o risco de inconvenientes.

A fim de tornar os grupos homogêneos, realizando atividade recreativa buscando conhecer melhor as características e gostos particulares.

Para a maioria, os cães são membros da família, necessitando de cuidados especiais, personalizados, com responsabilidade e amor.

Caminhar com os cães é considerado um excelente exercício, que pode ser realizado por cães de todas as raças e idades. Este tipo de atividade evita o sedentarismo e, consequentemente, a obesidade, regularizando o condicionamento físico e equilibrando seu temperamento.

Muitos cães – principalmente os que não possuem espaço para brincar e os que passam grandes períodos sozinhos, afastados de seus tutores ou do convívio de outros da mesma espécie – desenvolvem estresse. Para este mal, passear é um ótimo remédio.

Assim como os seres humanos, os cães necessitam de passeios, exercícios, outros odores, socialização com o ambiente externo, e de um líder, e é você, o tutor. Na maioria das vezes, os cães são líderes no mundo dos humanos porque as pessoas dizem:

“Não é uma gracinha? Ele está tentando me falar alguma coisa”. É a velha síndrome de Lassie: “O que foi Lassie? O vovô caiu dentro do poço?” Sim, ser humano, nesse caso seu cão está tentando lhe dizer algo – está fazendo você se lembrar de que ele é o líder, e você, o seguidor.

Então, quando você acorda na hora que quiser, você é o líder da matilha.

Quando abre a porta porque quer, é o líder.

Quando sai de casa antes de seu cão, é o líder.

Quando toma as decisões em sua casa, é o líder.

E não estou falando sobre 80% do tempo.

Estou falando sobre 100% do tempo.

Se você exercer apenas 80% da liderança, seu cão o seguirá em apenas 80% do tempo.

E nos outros 20% ele comandará o espetáculo.

Se você der ao seu cão a oportunidade de ser líder, ele não vai desperdiçá-la.

Não há restrição, apenas particularidades quanto à duração e frequência dos passeios, levando-se em conta o nível de energia do animal, seu interesse por exercícios, condicionamento físico, obesidade e envelhecimento.

Além de problemas locomotores como displasias, luxações, artroses e degenerações ósseas. É importante adaptar o passeio de forma individual, respeitando os limites e sem causar danos ao organismo.

Todos os manejos são realizados com intervalos para descanso, necessidades fisiológicas e água, lembrando que sempre serão respeitadas as tipicidades de raça, idade, peso e eventuais restrições físicas e de saúde do cão.

🐾 Atendimento sempre que precisar ausentar-se por horas, dias, férias, viagens ou compromissos.

Agende sua #Visita #hoje mesmo pro #cãoforto da sua matilha!
#Wpp 📲 11 9 9277-8700, Seg. à Sexta, ⌚ 8h às 20h.
📧 dogwalkercastro@gmail.com
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Atividade física diária vs. Tutores e seus peludos.

#dogwalkercastrozn #passeiocanino #passeioeducativo #socializaçãocanina

Na maioria das vezes, tutores não realizam com qualidade necessária os passeios de que tão eles (dogs) querem, precisam e necessitam. (Passeio, Persistência e Paciência. – Rotina do 3 P´s).

Por isso, @dogwalkercastrozn surgiu para satisfazer as necessidades básicas do cão, enquanto auxilia o tutor no cuidado com seu peludo. O serviço de dogwalker – ou passeador de cães – é muito comum em países como Estados Unidos, Inglaterra e Argentina.

No Brasil, a população canina aumenta a cada ano. Em São Paulo, por exemplo, houve um aumento de 60% no número de cães entre 2002 e 2008 (de acordo com censo realizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP) totalizando 2,4 milhões de cachorros só na capital paulista. Estima-se que exista 1,5 milhão de cães com um responsável apenas em São Paulo; daí a necessidade de profissionais aptos para suprir esta demanda.

A ausência de exercícios físicos acarretam distúrbios de diversos sintomas, independentemente de raça, da idade, porte ou sexo. Ao incorporar cães em ambientes construídos pelo humano, em áreas urbanas e rurais, é sempre relevante considerar a importância da promoção e preservação da saúde física e mental da matilha, o equilíbrio ecológico e o bem estar animal.

Pensando nisso, todo nosso trabalho são desenvolvidos com base nas diretrizes da psicologia canina, reforço positivo e posse responsável, formando um tripé:

Exercício: Essa é a primeira e mais importante atividade praticada em conjunto pelo cão e seu tutor, geralmente é recomendado passeios de pelo menos 40 minutos (dependendo do porte, idade e salvo restrição médica veterinária); [Posse Responsável];

Disciplina: Deve ser aplicados com o escalonamento de regras, limites e restrições entre o cão e matilha-família. Disciplina também quer dizer regularidade das tarefas e com as atividades indicadas; [Psicologia Canina];

Carinho: Essa deve ser a última atividade realizada com o cão. O carinho também é usado como recompensa por bom comportamento. [Reforço Positivo].

Segurança sem comprometer a diversão do seu cão é nossa condição diária, necessária para o equilíbrio da matilha-família.

Com diferenças de idade, de personalidade e de condicionamento físico, nos esforçamos e realizamos programas para oferecer tratamento diferenciado a cada cão atendido.

Respeitamos e amamos os animais, por isso, não comprometeremos saúde e satisfação por um ganho monetário, Nunca!

Os grupos de passeios são limitados em até 3 cães por passeador e também oferecemos Passeio Educativo Individual para aquele que assim o desejar ou ser pós avaliação necessário para posterior introdução da socialização.

Saiba mais acessando : 🐾 Atendimento sempre que precisar ausentar-se por horas, dias, férias, viagens ou compromissos.

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Inteligência social faz cães se destacarem como espécie bem-sucedida.

Ciência e Medicina, Comportamento Canino

QUEM DOMESTICOU QUEM?

Os cães seriam mesmo lobos que o ser humano domesticou?

As pesquisas indicam o contrário: segundo Brian Hare, a iniciativa teria sido dos próprios animais. A princípio, os cães teriam começado a se desenvolver a partir dos lobos, há cerca de 15 mil anos, como resultado da seleção natural entre eles e não uma seleção artificial feita pelos homens.

Aparentemente, certos lobos mais “sociáveis” foram percebendo que era mais vantajoso para sua sobrevivência aproximar-se de grupos humanos. E os homens eram bastante auxiliados pelo “sistema de alarme natural” que os lobos ofereciam. Pois, assim como muitos cães latem sem parar nos portões de suas casas quando avistam estranhos se aproximando, o mesmo se passava com seus ancestrais dessa época, bastante sensíveis a forasteiros.

Apesar disso, as maiorias das raças caninas que se tem hoje são bastante novas (principalmente as europeias), em média, de 150 anos de existência. E neste caso, de fato, foi resultado de seleção humana intencional. Mas durante os cerca de 15 mil anos anteriores não se sabe bem o quanto houve de influência direta humana para a formação destes “lobos-cães”, até se chegar às raças contemporâneas.

Basicamente, eles se tornaram especialistas em empatia e comunicação, principalmente com os seres humanos. E muitas das habilidades são aprendidas até os três meses de idade (http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimasnoticias/redacao/2013/04/01/inteligenciacanina-se-desenvolve-mais-nos-tresprimeiros-meses.htm).

Laurie Santos, psicóloga na Universidade de Yale, EUA, e uma das maiores autoridades em inteligência canina, detalha: “a maior diferença entre a cognição dos cães e dos primatas não-humanos, em minha opinião, é que os cães são muito mais afinados com o que outros indivíduos estão pensando e fazendo.”

Os cães parecem ter ficado muito bons também em reagir aos estados emocionais humanos. Um estudo produzido pela pesquisadora Alexandra Horowitz, da Columbia University, também nos EUA, mostrou que os cachorros reagem mostrando-se “culpados” para um humano que pareça bravo, mesmo que eles não tenham feito nada errado. O objetivo? Evitar problemas, sem crises de orgulho ferido.

Como crianças A pesquisadora de Yale acrescenta que há evidências de outros tipos de capacidades cognitivas caninas. Um exemplo seria que os cães conseguem “rastrear” objetos que não podem ver – ocultos deles por algum obstáculo –, assim como crianças humanas aprendem a fazer.

Até mesmo palavras humanas os cães podem entender. E as aprendem da mesma forma que humanos o fazem: com inferências e associações a objetos. O livro “Genius of Dogs”, de Hare e sua mulher, Vanessa Woods, conta o trabalho conduzido por Julianne Kaminsky, da Portsmouth University, no Reino Unido, que demonstrou que alguns cães conseguem aprender os nomes de centenas de objetos, algumas vezes depois de ouvir o nome deles apenas uma vez. O recordista foi um cachorro chamado Chaser (Perseguidor, em tradução livre), que memorizou os nomes de mais de mil objetos.

Mas onde os cães realmente ficaram excelentes é no domínio social – lendo sinais sociais e aprendendo com eles. É especialmente nisso que esses animais se parecem mais com as crianças humanas. E há razão para essa aptidão ter sido aperfeiçoada nos últimos tempos. “Cães crescem no mesmo ambiente ou um semelhante ao dos humanos, com bastante acesso às suas ideias e sinais sociais”, diz Laurie

Aliás, note-se que os cães já ficaram tão acostumados com os humanos que seu “habitat natural”, como diz Brian Hare, virou mesmo… as casas das pessoas. O pesquisador ressalta inclusive que todos os cães estudados por seu centro de cognição canina são animais de estimação de famílias comuns, nunca animais de laboratório.

Seguimos “exatamente o mesmo modelo que psicólogos do desenvolvimento utilizam quando estudam crianças”, conta o antropólogo. “As pessoas gentilmente trazem seus cachorros, jogamos com os animais e verificamos suas escolhas.”

#RIP César Ades, professor na USP (Universidade de São Paulo), dizia, segundo o site do Instituto de Psicologia da Universidade, que se você isola o cão e não o deixa interagir, ele não vai aprender. Então, ele precisa viver em um meio humano para adquirir essa incrível sensibilidade para a face do ser humano, para o gesto do ser humano.

Fonte:  Web Carolina Rocha

Imagem: Google.

 

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Você sabe o que é Etologia ?

Ciência e Medicina, Comportamento Canino, Dog Walker

A etologia é uma ciência, relativamente nova, que trata o comportamento ético individual e social dos animais, estudando-o, apenas, pela observação e anotação, guardando o respeito à territorialidade e à privacidade, sem a mais tênue interferência.
O pai dessa ideia, Konrad Lorenz, realizou alguns trabalhos de campo, juntamente com seu grande amigo e assistente Paul Leyhausen, no início deste século. Mais tarde, adotaram essa ideia Nicolaas Timbergen, Eibl Eibesfeldt, Solly Zuckermann, D. McFarland, A. Houston e tantos outros.

Exclusivamente pela observação, o estudo ético do comportamento animal, possibilitou a posterior análise e a determinação da etiologia de algumas dessas características que estarrecem o homem, pela sua incapacidade de acessá-las.

As sociedades mais primitivas, as menos civilizadas, são as mais lógicas e as mais próximas desse almejado comportamento.

Todos os “métodos didáticos” civilizados são radicalmente opostos ao de todas as outras espécies animais, classificadas, ainda hoje, como “irracionais”.

Desde o nascimento nós aprendemos a não fazer.

Aos seis meses começamos a aprender a segunda palavra: “mamãe”.

Assim, no lugar de proporcionar experiências, ensinamos a obediência.

Os outros animais, só aprendem com o resultado positivo de suas experiências.

 

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