Grupos Sanguíneos Caninos.

Ciência e Medicina

Grupos Sanguíneos Caninos.

Os grupos sanguíneos de cães são classificados como DEA, uma sigla em inglês cujo significado é: Dog Erythocyte Antígen.

Esse sistema foi catalogado apenas na década de 70, seus primeiros estudos foram no início no ano de 1910. Nessa época eram catalogados sendo batizado cada grupo com a primeira letra do alfabeto – grupo A, grupo B e assim por diante.

Nos anos 70 foi catalogado então o sistema DEA e hoje já foram catalogados mais de 20 grupos. Desde 20 grupos sanguíneos apenas 6 grupos possuem importância na Medicina de transfusão.

1) DEA 1.1;
2) DEA 1.2;
3) DEA 3;
4) DEA 4;
5) DEA 5;
6) DEA 6 e
7) DEA 7

São os que marcam a tipagem sanguínea de diversos cães.
Muitas pessoas acham que talvez a raça seja um fator para a determinação de grupo sanguíneo do animal, raramente isso pode vir acontecer, como exemplo do grupo do DAL encontrado principalmente nos Dálmatas.

Na maioria das vezes cães da mesma raça apresentam tipagem sanguínea diferente assim como cães de raça diferente podem vir apresentar a mesma tipagem sanguínea.

Em termos de Doação de Sangue para transfusões podemos afirmar que o DEA 4 é considerado doador universal, pois é o tipo mais prevalecente.

Algumas literaturas abordam que o DEA 1.1, por ser mais imunogênico também podem ser considerado doador universal, mas médicos veterinários que trabalham com transfusões apontam que esse tipo sanguíneo também apresenta reação hemolítica assim como o DEA 1.2 e DEA 7.

Reação hemolítica nada mais é que a destruição das hemácias recebidas na transfusão pelo sistema imunitário do receptor. Para que isso não ocorra logo após a transfusão o receptor tem seu sistema imunitário deprimido para não ter chance de atacar as hemácias novas.

Para finalizar nosso assunto, é bom saber que a frequência dos tipos varia conforme a população e a região geográfica em que vive cada animal. O sangue das espécies pequenas, mais especificamente os totós, é mais complexo que, ao contrário de nós, humanos. Um só cão pode apresentar mais de um tipo sanguíneo, ou seja, pode ocorrer uma combinação entre eles.

Mas isso não ocorre com muita frequência.
Na primeira transfusão sanguínea, as chances de ocorrer uma reação hemolítica são mínimas, pois os cães não possuem uma quantidade satisfatória de anticorpos naturais. Antes da transfusão não podemos esquecer de fazer dois importantes testes para que todo o procedimento ocorra de forma tranquila e com sucesso.

Os testes são o de compatibilidade popularmente conhecida como Reação Cruzada, e o de Tipagem Sanguínea, caso você tenha interesse sobre esse assunto e queira aprofundar mais seus conhecimentos, leia a matéria “Testes que devem ser feitos antes de fazer uma transfusão sanguínea em animais“.

Após a apresentação dos resultados dos testes e demais fatores que evolvem a situação do animal, você pode realizar a transfusão sanguínea que já é um procedimento muito utilizado principalmente em clinica de pequenos animais.
Fonte: http://www.diariodeumaveterinaria.com.br/grupos-sanguineos-…

 

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Doe vida, Doe sangue canino!

Ciência e Medicina, dogwalkercastrozn, Medicina Veterinária

Doe vida, Doe sangue canino!

Pouco conhecida e cheia de mitos, a prática é simples e indolor. O banco de sangue precisa de novos doadores todos os dias.

O perfil dos doadores de sangue caninos é:

• Cães entre 1 e 8 anos de idade;
• Peso acima de 25 quilos;
• Sem sinais de doença aparente (animais saudáveis);
• Esquema de vacinação e vermifugo “em dia”.

Não existem raças específicas para doação, mas os cães precisam ser dóceis ou controláveis, pois nós não sedamos nossos doadores. Os candidatos a doadores nestas condições são examinados por médicos veterinários que avaliarão mais precisamente as condições de saúde do animal.

O sangue é coletado e uma parte é remetida para exames para o hemograma e
para a detecção de doenças transmissíveis pela transfusão, em especial erliquiose, leishmaniose, bordetelose e dirofilariose Se os exames sorológicos forem negativos e o hemograma estiver dentro dos padrões esperados o sangue coletado é processado e liberado para uso no do hospital.

Vantagens para o doador.

A doação de sangue é feita de modo a estressar o mínimo possível o doador, sem anestesia ou sedação, e o cão não sofre nenhuma alteração pós-colheita.

Aliás, é incrível ver os cães correndo brincando e pulando ao acabar a doação.
Eles também ganham “lanchinho” e muito carinho e atenção. Os doadores
receberão avaliações físicas e laboratoriais periódicas e caso apareça algum problema, os tutores receberão as orientações.

As colheitas podem ser feitas com intervalo de 2 a 3 meses, e esta periodicidade permite uma avaliação regular do cão, pois toda vez que o animal for doar, ele receberá os exames físicos e hemograma.

Não há remuneração financeira para os doadores ou seus tutores.

Visite a nossa pagina, e conheça mais a respeito, você sabia que dos 20 grupos sanguíneos apenas 6 grupos possuem importância na Medicina de transfusão de sangue canino.

Visite Dog Walker Castro e saiba mais sobre doação de sangue canino.‪#‎Ajudarfazbem‬

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